terça-feira, 9 de junho de 2009

Eventos como esse ajudam quem não tinha praticado esse tipo de coisa antes a ter uma iniciativa. Não é só falar, é agir.

Alunos contam como foi a experiência de participar do evento promovido pelo Colégio Magister

Por: Jessely Nascimento


Os alunos do Ensino Médio foram os personagens principais do evento promovido pelo Colégio Magister na sexta-feira, dia 5 de junho, em comemoração ao dia do Meio Ambiente.

Nesta entrevista para a “Em Foco” alguns contam como foi organizar e participar desse encontro.


Jessely Nascimento: Quais eram suas expectativas ao saber que você teria que organizar todo o evento?

Felipe Braz, 3°B: Pensei que seria confuso e trabalhoso, por causa da falta de tempo. Era muita coisa, e pouco tempo, mas tive esperança de que daria tudo certo.


JN: O que você pensa sobre apresentações artísticas como objetivo de obter impactos moralizantes sobre o meio ambiente?

Marília Maldoti, 2°A: A arte é uma das coisas que nos faz refletir, é um grande atrativo para todos. É uma forma de prender a atenção do público e transmitir a mensagem, é melhor do que textos que podem ser cansativos para esse mesmo público. É uma forma dinâmica de fazer com que os jovens captem a mensagem.


JN: Como foi a sua participação no evento? Foi válida?

Marcos Mazzini, 2°B: Minha participação foi válida, porque foi importante. Fiquei no comitê de imprensa e cobri o evento de manhã até a noite. Produzi uma reportagem sobre o desequilíbrio dos ecossistemas em função do descuido do homem, entrevistei os pais e fiz uma notícia sobre a abertura pela manhã. Gostei porque pude ter novos conhecimentos que julgo importantes.


JN: O que você mais gostou do evento?

Daniella Kallajian, 2°A: Gostei da participação das pessoas, porque estava cheio. Espero que todos se conscientizem.


JN: O que você achou da abertura do evento à noite?

Letícia Bianchini, 2°A: Adorei a abertura, principalmente a interpretação do manifesto, feita pela Kaline (Kaline Viviane, 3°A). Ela interpretou muito bem, foi muito expressiva. A dança das meninas do 2°A também foi muito boa.


JN: O que você achou de ter coordenado o 1° e o 2° ano nos manifestos?

Lucas de Carlo, 3°B: Achei que seria difícil, por ter que orientar pessoas que não conheço. Porém, foi muito legal porque a turma colaborou, apesar de termos nos estendido no tempo.


JN: O que você tirou de aprendizado ao assistir as palestras?

Marília Maldoti, 2°A: Aprendi que até nos lugares mais distantes, temos influências. Temos que ter consciências nas menores coisas, porque ações individuais influenciam no coletivo provocando o bem ou o mal, no caso do meio ambiente, um descuido de qualquer pessoa pode causar mal a todos.


JN: Isso proporcionou uma nova visão sobre a questão ambiental?

Gabriela Frigo, 3°B: Com certeza. Eu não tinha conhecimento de algumas informações, e agora que eu sei vou tomar atitudes melhores. Economia de água e a reciclagem são minhas primeiras opções. Eventos como esse, ajudam quem não tinha praticado esse tipo de coisa antes a ter uma iniciativa. Não é só falar, é agir.

A feira desperta a curiosidade e incentiva

09 de junho de 2009

Os pais dos alunos do Colégio Magister opinam sobre a Feira do meio ambiente.


Por Marcos Mazzini

A feira do meio ambiente, realizada pelo Colégio Magister neste dia 5 de junho, teve a sua última etapa no período da noite. Durante essa parte do evento, parentes e amigos puderam visitar o Colégio. Alguns pais de alunos foram entrevistados, respondendo perguntas relacionadas às suas opiniões sobre essa iniciativa e o que isso traz para seus filhos.

Marcos Mazzini: Primeiramente, o que você acha da iniciativa do Colégio Magister promovendo um evento como este?
Carla Moreira (mãe de Gabriel Moreira, 7º ano): Acho a atitude do colégio ótima, pois cultura sempre é bom.

Marcos Mazzini: E de que forma essa feira vem a ajudar seu filho?
Solange Oliveira (mãe de Diego Oliveira, 9º ano): Como meu filho não costuma estudar, este tipo de feira ajuda no interesse dele pelo estudo. Desperta a curiosidade e o incentiva. Por exemplo, quando estávamos andando pela rua, ele encontrou uma palavra escrita errada e tirou uma foto para usar em seu trabalho na feira das palavras.

Marcos Mazzini: Antes desse evento, quais ações de proteção ao meio ambiente você realizava?
Francisco Nascimento (pai de Filipe Nascimento, 1º ano): Eu, além de reciclar o lixo, procuro ter um uso racional de água, usar biocombustíveis e lâmpadas fluorescentes.

Marcos Mazzini: E após esse evento, você pretende ter alguma nova atitude buscando proteger o meio ambiente?
Nilda Gomes (mãe de Daniela Gomes, 2º ano do Ensino Médio): Sim, vou procurar ter novas atitudes, não sei ainda quais serão, mas vou ajudar na proteção ao meio ambiente.

Marcos Mazzini: Você acha que o Colégio deve organizar mais eventos como esse? Por quê?
Francisco Nascimento (pai de Filipe Nascimento, 1º ano): Sim, acho que eventos como esse devem ser incentivados, mesmo que para alguns seja diversão, gera a conscientização e pode ajudar no futuro. Além disso, é uma ótima forma de divulgação do tema, pois nos torna pessoas conscientizadas e prontas para levar esse conhecimento aos outros.
Assim, o evento realizado pelo Magister, com a busca de conscientizar as pessoas, teve total incentivo dos pais de alunos, e apoio para a realização de novos acontecimentos como esse.

A reciclagem está na moda!

09 de junho de 2009


Alunos do Colégio Magister desfilam com roupas feitas por materiais recicláveis


Por Bárbara Exposto


Na sexta feira passada, dia do meio ambiente, no período da noite, houve um desfile de roupas feitas com material reciclável, organizado pelos alunos do 3° ano do ensino médio do Colégio Magister.


A primeira roupa resumia-se a um vestido confeccionado com sacos de lixo e jornal. Já a segunda, outro vestido, feito somente de sacos de lixo preto e um cinto de lantejoulas, enquanto a terceira e a quarta eram, respectivamente, uma camiseta, uma calça, outra camiseta e uma bermuda, todas feitas de sacos de lixo. Por fim, a quinta roupa era um vestido, também de sacos de lixo, porém juntamente com latas de refrigerante.


Todas as roupas exibidas no desfile eram feitas de material reciclável, na maioria deles, sacos de lixo preto, jornal e alumínio, e foram confeccionadas pelas alunas Gabriela Frigo, Juliana Silva , Stefany Rodrigues e Marianna Felizatto, sendo a aluna Sabrina Vieira principal responsável pelos desenhos.


Destruir o planeta é destruir a vida

Irineu explica Sistema Geocêntrico

09 de junho de 2009


O astrônomo Irineu esclarece aos pais e alunos a formação do universo e a pouca importância do homem para a galáxia.


Por Nathália Santos


No dia do meio ambiente, os alunos do Colégio Magister participaram de uma discussão sobre o homem e o universo, com o astrônomo formado em Matemática e pós-graduado pela Universidade de São Paulo (USP), Irineu Gomes Varella. Durante a palestra, ele procurou relacionar o tema do meio ambiente com a astronomia e explicou a chamada Teoria Geocêntrica, que considerava o homem e a Terra como o “centro do universo”.A partir disso, disse que em 1543, ocorreu uma revolução na astronomia. O ser humano finalmente compreendeu que os planetas giravam ao redor do sol e somente a lua girava ao redor da Terra. Isso provocou uma mudança na vida das pessoas, pois provou o fato de que nosso planeta não é o mais importante.


Irineu ressaltou também a distância que a luz percorre no vácuo em um ano, denominado ano-luz. Sendo assim, tal distância faz com que as estrelas que vemos hoje se tornem estrelas envelhecidas, já que um ano luz é 9.467 x 10¹² km.


O sol é uma estrela relativamente grande. No entanto, existem no universo as supergigantes e as nebulosas, que no futuro serão novas estrelas. Existem também as Supernovas, aquelas que sofrem gigantesco aumento de brilho em função de um processo explosivo, ou seja, são estrelas velhas que chegam ao final da vida e explodem.


Irineu fez uma viagem ao tempo com o intuito de dizer aos pais e alunos presentes o quanto o ser humano no início admirava a sua grande importância, mas que esta com o tempo diminuiu, até chegar ao momento da descoberta de que a Terra e todos os seus habitantes são insignificantes, se comparados a todo o universo.


O astrônomo explicou que a idéia de viver em outro planeta é fantasiosa e é um assunto muito vago para ser analisado. Disse ainda que destruir o planeta é destruir a vida, já que não temos outro lugar para onde ir.


Por fim, Irineu destacou uma questão importante: a astronomia realmente mudou a vida de todos os seres, pelo simples fato de constatar que, se o planeta Terra não existir mais, não fará realmente diferença alguma no universo, pois tudo seguirá naturalmente. No entanto, segundo ele, devemos fazer de tudo para preservar a Terra, o nosso planeta, uma vez que se não tivermos cuidado, podemos transformar o nosso lar em um lugar inabitável.

Lixo x Futuro

09 de junho de 2009


O lixo se tornou um tema cada vez mais preocupante nos dias de hoje


Por Bárbara Exposto


O lixo é uma questão muito preocupante nos dias de hoje, pois se aproxima cada dia mais da realidade das pessoas. Essa questão passou a ser discutida constantemente em função dos transtornos que tem causado ao meio ambiente e à população.


Por esse e muitos outros motivos resolvemos entrevistar Natasha Sales, chefe do grupo verde da oficina de escrita II, que tratou sobre o tema: “Produção acelerada do lixo”.


Ao ser questionada sobre qual foi a sensação de ter dirigido a oficina de escrita, Natasha respondeu que gostou de participar, pois foi uma forma de demonstrar para as pessoas um pouco do que sente em relação ao meio ambiente.

Natasha afirmou também que foi difícil abordar uma questão tão complexa para todos. Embora na visão dela o assunto do lixo seja claro, passar isso para as pessoas se tornou difícil.


Por fim, disse que infelizmente o desempenho dos alunos foi fraco, porque nem todos tinham a mesma facilidade de expressão para que se produzisse uma boa escrita. Entretanto, mencionou que alguns escreveram com muita qualidade, e que em geral as pessoas escreviam bem, mas o que dificultou o trabalho foi o fato de nem todos terem uma facilidade de expressão, além da ocorrência de uma falta de entrosamento entre os alunos.